sábado, 20 de julho de 2013

Preciso do teu perdão mano

Sinto um peso tão grande...
Talvez como nunca senti
Estou de tal modo atordoada
Que nem sei bem quando nasci

Esse peso chama-se culpa
A dor é o arrependimento
O vazio o medo...
Medo do teu ressentimento

Tenho noção da gravidade
Tenho noção que falhei
Tenho noção que não esperavas
Eu tenho a noção. Eu sei ...

Foi um acto de impulso
Arrependi-me logo a seguir...
Eu sei que foi muita porco
Mas na altura não soube medir

Desculpa mano..
Peço-te por favor !
Olha para mim nos olhos
Preciso de ti amor!

Sem ti não sei se consigo
Sem ti reduzo-me a pouco
Sem ti não sei andar bem
Sem ti o meu coração fica oco

Amo-te mesmo muito
Não estava a brincar !
Preciso de ti ao meu lado
És como se fosses o meu ar...

A nossa relação é incomparável
Não tenho nenhuma outra igual
Sinceramente nem quero ter
És o meu Menino Especial

''Venha quem vier
Ninguém nos vai destruir''
Isto era o que eu pensava
Antes de eu própria agir

Mano por favor
Só quero que fiques comigo
Independentemente de tudo
És sempre o meu porto de abrigo

Quem vê isto até pensa que é para Deus
Mas não. É para um irmão
Um irmão prezo e amo
Do fundo do coração

Não quero que isto te prenda
Não pretendo que me perdoes por isto
Só quero que te lembres
Que de ti eu não desisto

Porque te amo demais
Porque estou mais desiludida do que pensas
Preciso da tua amizade
És tu que me sustentas

Toma a decisão que quiseres
Estás no teu direito
Mas ao considerares isso lembra-te:
Estás para sempre no meu peito

sexta-feira, 19 de julho de 2013


Esperança = esperar+confiança

After CB

São 18h23. Acabo de chegar a casa.  As palpebras pesam-me e a fronte lateja. Talvez por ter dormido pouco e chorado durante demasiado tempo ... Será?! Seja como for, todas noites perdidas e as lágrimas derramadas compensaram. O suficiente para conhecer melhor muitos dos que me rodeiam ; abrir-me os olhos em relaçao a mim mesma ; traçar novos objectivos , novos caminhos e novas prioridades. Fez -me pensar até que ponto eu , e tu, damos valor aquilo que temos e aquilo que nao temos . Até que ponto nós , humanos , conseguimos agir com racionalidade . Tambem me fez questionar quando é que nós , como humanos e como igreja, vamos perceber que precisamos uns dos outros. Que temos de estar interligados. Que somos pequeníssimos e se ligados não somos nada imagina desligados. Imaginas? Ridículo. Íntimos de Deus .. Íntimos uns dos outros